09 abril 2013

Músico da primeira geração do Clube
da Esquina prepara livro de memórias
Primogênito dos Borges relembra momentos da carreira e faz planos de lançar

Marilton Borges em frente ao Edifício Levy, no
 Centro de Belo Horizonte, um dos endereços
 que fazem parte da história da música mineira
Foi na altura do quarto andar do Edifício Levy, na Avenida Amazonas, 718, que Marilton Borges ouviu a voz e o violão que o marcariam para sempre. Faltava energia no Centro de Belo Horizonte e, como tinha de sair de casa, o filho mais velho de dona Maricota e seu Salomão Borges resolveu descer os 17 lances de escada do prédio a pé. “Quando ouvi aquele troço maravilhoso, quis saber de onde vinha”, recorda o tecladista e compositor, que acabou se deparando com o então recém-chegado Milton Nascimento, contador e datilógrafo, que vinha de Três Pontas, no Sul de Minas, trabalhar em escritório de uma empresa na capital.

Perto de completar 70 anos, em 31 de maio, Marilton recorda desta e de outras histórias que acabariam contribuindo para o surgimento do movimento musical mais importante do estado. Afinal, foi ele que apresentou os irmãos Márcio e Lô Borges, além de amigos como Beto Guedes, a Bituca, como se tornou conhecido o cantor, tido como o 12º filho dos Borges. Comemorando o retorno à noite da cidade, depois de sete anos de dedicação ao bar batizado com o próprio nome, não por acaso, em Santa Tereza, o berço do movimento, Marilton anuncia que vai reunir em livro as memórias daquela época.

“O telefone tocava lá em casa à procura da gente e a mamãe dizia que estávamos no Clube da Esquina”, recorda referindo-se ao cruzamento das ruas Paraisópolis e Divinópolis, no Bairro Santa Tereza, onde a família morava. “E a gente lá, tocando violão e vagabundando”, diverte-se. No livro que pretende publicar, ele está escrevendo mais a própria história do que a do Clube. “Lógico que a história do Clube da Esquina vai entrar”, ressalta, lembrando que o livro do irmão Márcio (Os sonhos não envelhecem – Histórias do Clube da Esquina) tem muito mais de Bituca do que do movimento em si.

Assumidamente crítico em relação aos fatos e à história em si, Marilton garante que hoje se sente absolutamente integrado ao movimento, embora tenha preguiça do que classifica de "flora e fauna” que o cerca. “O Clube da Esquina está cheio de papagaio de pirata”, protesta o músico, admitindo que em determinado período todos queriam e admitiam pertencer ao movimento. “Na verdade não é bem assim. Muita gente que apresentei a eles, no início, hoje é mais Clube da Esquina do que eu.”

Parcerias
Depois do show comemorativo dos 40 anos do movimento, em que se apresentou ao lado de Wagner Tiso, que foi seu colega de escola, Marilton Borges confessa que está começando a assumir a própria música. A ponto de agilizar a criação de um projeto, já aprovado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura, para gravar um disco com orquestra.

Autor de cerca de 50 temas, ele já convidou o irmão Márcio Borges para escrever as letras das canções, que pretende registrar ao lado de Márcio, Wagner Tiso e Milton Nascimento. Carona e Outro cais, gravados no disco Os Borges, de 1980, têm presença garantida no repertório. Assim como Ponta-cabeça, da parceria com Murilo Antunes, que Valéria Val gravou mais recentemente.

Pai de Rodrigo, de 37 anos, e de Bruno Borges, de 35, ambos músicos, e avô de João Pedro, de 5, Marilton é puro afeto quando fala da família. O neto, diz, “é a alegria de minha vida”. “Já tem violãozinho, teclado. A música está no sangue”, orgulha-se, recorrendo à origem familiar para justificar a herança. “Minha avó contava que o pai dela, meu bisavô Olegário Soares, era o primeiro músico de categoria especial da Polícia Militar de Minas Gerais. Ele tocava todos os instrumentos na banda da PM. Isto foi bater nos bisnetos”, acrescenta, empolgado, Marilton.

Nos bailes da vida
A desistência de seguir à frente do bar em Santa Tereza se deve ao cansaço. “Aos 70 anos a gente começa a ficar cansado e estava sobrecarregando o meu sócio, Bruno”, justifica a decisão, lembrando que a família, de certa forma, vai continuar no negócio, com a indicação do filho Rodrigo para a direção musical da casa. Como reconhece, o bar não deu certo porque ele não “jogava duro”.

Os novos proprietários estariam decididos a transformar o Marilton’s em um bar temático, dedicado ao Clube da Esquina. Paralelamente, o próprio Marilton está na agenda do bar, com shows de quarta a sábado, acompanhado de Beto Lopes (quarta-feira), do filho Rodrigo Borges (quinta e sábado) e de Carla Vilar (sexta-feira), à base de piano-bar. O domingo à tarde foi reservado por Marilton para tocar na Status, da Savassi, com o chamado Trio Arame Farpado, que ele integra com Marcelo Drumond (teclado) e Scarpelli (acordeom).

“Embora tenha fama de trabalhador, sou um preguiçoso”, afirma Marilton, que começou a carreira em Belo Horizonte, como crooner do Gemini VII, ao lado de músicos como Helvius Vilela, Eduardo Prates e Jamil Joanes, que também passaram por uma das formações do grupo. Muito antes de Travessia , de Milton e Fernando Brant, ficar em segundo lugar no Festival Internacional da Canção (FIC), de 1967, além de dar o título de melhor intérprete a Bituca, Marilton lembra que foi a São Paulo comprar um órgão e se deparou com o então amigo, que conheceu no Edifício Levy, muito mal.

“Ele estava magro, abatido e triste, tocando na noite. Então, falei para ele: ‘Vamos voltar para BH, você faz um regime de engorda com dona Maricota’”, recorda, comemorando o fato de ter convencido o amigo a voltar. “Temos uma intimidade que poucos têm”, confessa, revelando detalhes tais como o verdadeiro “pavor de baile” que Milton Nascimento tinha. “Ele bebia, ia para o palco cantar duas, três músicas e voltava para beber outras. No final, rachávamos o cachê”, acrescenta Marilton, que fez muitos bailes. Depois do Gemini VII, ele fez parte do grupo vocal Evolussamba, ao qual Wagner Tiso também se integrou.

Enquanto isso, já entrosado com Márcio Borges e Fernando Brant, Bituca, segundo lembra, “danou a compor”. “Eu até gostava de compor, mas diante deles não tinha coragem. Minhas canções eram muito inferiores às deles, embora hoje os senhores do Levy todos cantem as minhas músicas”, confessa Marilton. Ao lado do amigo e dos irmãos ele viu nascer clássicos como o que acabou batizando o movimento. “Lô chegou, pediram a ele para tocar o violão e o Bituca arregalou os olhos. Lô então mostrou uma música que havia composto apenas até a primeira parte. Bituca fez a segunda imediatamente. Chega Márcio e a luz acaba em Santa Tereza. No escuro, enquanto mamãe pegava uma vela, ele escreve a letra de Clube da Esquina”, relata, emocionado com o momento histórico.

A passagem pelo Rio, quando integrou a banda de Osmar Milito, tocando violão, faz Marilton lembrar  a época em que tocava na célebre Boate Number One, além de integrar o coro da Som Livre, quando chegou a gravar várias canções de trilhas de novelas da TV Globo e fazer backing vocals em discos de Jorge Ben Jor (então Ben) e de outros artistas. Hoje, preparando a publicação do livro de memórias, ele se diz muito mais um pesquisador do que compositor.

Clube de Marilton
Compositor - "Bituca. A originalidade dele na composição é impressionante. Hoje, acho que ele nem consegue mais compor como fazia nos anos 1970-80. Na mesma linha tem também o Toninho Horta. A originalidade dele também é grande. A ponto de ser reconhecido lá fora. Se juntarmos Bituca, Toninho Horta e Lô Borges, já viu... Eles têm o macete, o negócio da corda solta meio presa. Trata-se de sonoridade impossível de reproduzir, absolutamente original."

Disco - "O primeiro do Lô: Lô Borges, conhecido como o ‘disco do tênis’. É impressionante como ele fez um trabalho de fôlego com tão pouca idade. Foi algo notável que só fui entender depois de velho."

Canção - "Qualquer caminho, de Márcio Borges. Talvez seja uma das únicas que ele fez com letra e melodia. Foi gravada no disco Os Borges. É fantástica: Um dia eu era menino/ Nos prédios de Belo Horizonte/ Nas ruas de Copacabana, Três Pontas, Chile e Bahia/ Mas meu coração no contava/ Crescer na cidade vazia...."

Letrista - "Fernando Brant, com Fruta boa: ‘É maduro o nosso amor/ Fruta boa....’"

Intérprete - "Bituca, não tem jeito. É o Bitucão, o maior cantor do mundo. Sempre fui apaixonado por Frank Sinatra e João Gilberto, mas gosto mais do Bituca."

Instrumentista - "Toninho Horta e Wagner Tiso."
(Estaminas)
Preços do tomate tendem a
cair em maio, prevê analista
O preço da fruta sofreu aumento
de 150% nos últimos 12 meses
Os preços do tomate tendem a cair em maio, com a chegada ao mercado da safra de inverno. A previsão é do analista Fabrício Quinalia Zagati, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), que tem uma equipe dedicada ao acompanhamento diário do mercado brasileiro dos produtos hortifrutícolas. Com o pico de produção da safra de inverno do fruto entre maio e junho, o consumidor deve pagar menos pelo produto nos próximos meses, aliviando a pressão sobre a inflação.

Na opinião de Zagati, apontar o tomate como o "vilão da inflação" é uma injustiça com o agricultor, pois em abril do ano passado o preço do fruto na roça era de R$ 12 a caixa de 22 quilos. O valor era insuficiente para cobrir o custo de produção. Ele argumenta que o produtor neste ano chegou a receber R$ 100 pela caixa de tomate justamente por causa do desestímulo provocado pelos baixos preços do ano passado, que levaram a uma redução de 20% na área da safra de verão, que foi plantada no segundo semestre e colhida a partir de dezembro de 2012.

O analista afirmou que nos contatos diários com as fontes de mercado o Cepea apurou que, mesmo com os altos preços do tomate nos primeiros quatro meses deste ano, a expansão da área não deve ser expressiva no plantio de inverno, por causa do temor de que o excesso de oferta mais uma vez pressione os preços e também devido à limitação de área disponível e à falta de mão de obra. A estimativa é de aumento de área entre 3,5% a 5% nas principais regiões produtoras. A colheita iniciou em março em Araguari (MG), Sul de Minas, Paty do Alferes (RJ) e norte do Paraná, as primeiras a ofertar o fruto de inverno. A partir deste mês começou entrar no mercado o produto de Mogi Guaçu e Sumaré (SP), Itaocara (RJ) e Pará de Minas (MG). Em maio começa a colheita em São José de Ubá (RJ).

Zagati não acredita que a isenção da tarifa de importação de 10% seja suficiente para resolver o problema de alta de preços do tomate com a vinda de produtos do exterior. Ele considera difícil a importação da China, por causa da questão de preços para colocar o produto no mercado brasileiro e também de qualidade, pois o tomate de mesa é um produto de "vida de prateleira curta". A tendência para os próximos meses é de queda de preços do tomate, mas os valores devem ser superiores aos da safra de inverno do ano passado, diz o analista.
(Hoje em Dia)

08 abril 2013

Texto da reforma política vai a
votação na marra na próxima terça-feira
Entre os temas a serem apreciados estão duas PECs em projeto de lei

Em discussão no Congresso há mais de 15 anos, a reforma política voltará ao centro dos debates na próxima terça-feira. Apesar de não haver acordo sobre vários pontos a serem votados, a proposta de reforma entrará em votação no plenário da Câmara. O relator da matéria, deputado Henrique Fontana (PT-RS), afirma ter preparado um relatório "moderado" para tentar superar as divergências. "O meu relatório visa fazer de forma moderada para poder reformar, porque se for radicalizar na reforma me isolo e não aprovo", disse Fontana.

Para a votação, os líderes indicaram cinco pontos considerados mais importantes para a reforma. Contudo, não há acordo no mérito da matéria. Os temas a serem votados são: financiamento público de campanha; fim das coligações; coincidência das eleições; ampliação da participação popular na apresentação de projetos e a instituição da lista flexível de candidatos. "Não sei se as minhas propostas vão ser aprovadas ou rejeitadas, mas é muito importante que cada parlamentar e cada partido possa se posicionar perante a sociedade e dizer qual a sua opinião sobre cada um dos temas", disse Fontana.

Entre os temas a serem apreciados estão duas propostas de emenda à Constituição (PECs) e um projeto de lei. As PECs tratam do fim das coligações proporcionais e da coincidência das eleições de vereadores, prefeitos, deputados estaduais, distritais e federais, senador, governador e presidente da República. Pela proposta, os eleitos nas eleições municipais de 2016 terão mandato de seis anos, em vez de quatro anos, para que em 2022 possam ser realizadas eleições gerais em todos os níveis.

O projeto de lei prevê o financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais e modificações de regras do sistema eleitoral. Como estratégia para tentar viabilizar a aprovação da mudanças, Fontana sugeriu que seja votado primeiro o projeto de lei. "É importante começar pelo projeto de lei, primeiramente, pelo quórum. Com 257 votos se aprova um projeto de lei. Segundo, que ao aprovar o projeto de lei ou rejeitá-lo parcialmente, abre-se uma fase de votação de emendas", explicou. Para aprovar uma PEC são necessários 308 votos, em duas votações.

A votação da reforma política foi uma das promessas de campanha do atual presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Para ele, mesmo sem consenso, é dever da Casa votar a reforma. "A Casa tem que ter a coragem de enfrentar com o voto sim ou não. A reforma política é uma imposição e temos consciência disso", disse Alves na última semana.
(Estaminas)
Regularização do título de
eleitor entra nos últimos dias
As restrições impostas aos eleitores que deixam de votar e de justificar a ausência por três vezes seguidas parecem não assustar muito os mais de 120 mil mineiros que se encontram nessa situação. Pelo menos é o que mostra o último balanço do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), segundo o qual menos de 2% dos 122.235 eleitores irregulares compareceram para resolver o problema. O prazo vai até 25 de abril. Pela legislação, aqueles que não estiverem quites com a obrigação de votar ficam inelegíveis e impedidos de tirar passaporte, assumir cargos públicos para os quais fizerem concurso e de se matricular em instituições públicas de ensino.

Segundo maior colégio eleitoral do país, Minas Gerais é o quarto estado com mais eleitores faltosos no Brasil. Estão na frente São Paulo, com 372.691; Rio de Janeiro, com 145.992; e Bahia, com 132.912 títulos irregulares. O total de brasileiros em débito com a Justiça Eleitoral é de 1.514.622, dos quais até o fim da semana apenas cerca de 22,6 mil tomaram providência.

O eleitor fica irregular se deixar de votar em três eleições seguidas, lembrando que cada turno de votação é considerado um pleito. Ou seja, se ele faltou às urnas – e não apresentou justificativa formal – em uma disputa de dois turnos, por exemplo, com apenas mais uma estará passível de cancelamento do título. São contabilizados referendos e eleições suplementares e desconsideradas as eleições anuladas pela Justiça. No Brasil, estão obrigados a votar os maiores de 18 anos e com até 70. O voto é facultativo para os menores, a partir de 16 anos, e os idosos, além dos analfabetos.

Para quitar sua pendência com a Justiça Eleitoral, o dono do título deve comparecer ao cartório eleitoral até 25 de abril levando um documento oficial de identidade com foto, o título e um comprovante de residência. A situação de cada um pode ser consultada no site do TRE (www.tre-mg.jus.br), no link “consulta situação eleitoral”, e a lista de eleitores que podem ter o título cancelado está disponível nos cartórios eleitorais, que em Belo Horizonte funcionam das 8h às 17h e no interior de Minas Gerais das 12h às 18h. Para se informar, o eleitor pode ligar para o Disque Eleitor, que atende nos números 148 ou (31) 3291-0004.

Caso o eleitor perca os prazos e tenha o título cancelado, não é preciso tirar um novo. Basta comparecer ao cartório e regularizar a situação que ele terá de volta o documento. O Cadastro Nacional de Eleitores mantém o nome e o número do título e suas informações por até seis anos. Depois desse período, ocorre a exclusão e a pessoa precisa se alistar de novo, mas antes precisa pagar as eventuais multas por ausências injustificadas que tiverem sido aplicadas nos últimos 10 anos.
(Estaminas)

05 abril 2013

Morre Davis Júnior, ex-prefeito de Abre
Campo, vítima de acidente na BR-262

O ex-prefeito de Abre Campo, Davis Antônio Cardoso Júnior, 38 anos, morreu num acidente na BR-262, próximo ao trevo de acesso a Sericita, na madrugada desta sexta, 05/04.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, Davis dirigia um carro quando perdeu o controle da direção e capotou. Ele estava sozinho no veículo e morreu no local.

A perícia da Delegacia Regional de Manhuaçu esteve no local e fez os levantamentos para investigar a causa do acidente.

Davis Cardoso Júnior administrou Abre Campo entre os anos de 2004 e 2012, quando renunciou ao cargo.

O corpo foi sepultado às 17 horas de sexta-feira.
(Portal Caparaó)


04 abril 2013

Novo delegado de polícia em Raul Soares

Dr. Rodrigo Otoni Nogueira é o novo Delegado de Polícia do município de Raul Soares, efetivamente assumiu a Delegacia de Polícia no início deste mês de abril.

Ele é jovem e veio da cidade de Juiz de Fora. Em seu primeiro contato com o prefeito Célio Nesce demonstrou vasto conhecimento em sua área de ação e muita disposição para exercer a função indispensável à manutenção da ordem e tranquilidade aos raul-soarenses. 

03 abril 2013

TCE rejeita contas 2011
da Prefeitura de Raul Soares
Mandato do prefeito Vicente Barboza

Primeira Câmara emite pareceres prévios sobre
contas municipais referentes a 2011 
03/04/2013

Em sessão da Primeira Câmara de terça-feira (02/04), o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais emitiu pareceres prévios sobre as prestações de contas referentes ao exercício financeiro de 2011, dos municípios de Paineiras, Raul Soares, Itaverava, Iapu, Capinópolis, Andrelândia, Igaratinga, Barão de Monte Alto, Iguatama e José Gonçalves de Minas.

Três municípios tiveram as contas rejeitadas por motivos diferentes: falhas no repasse de recursos ao Instituto de Previdência Municipal, no caso de Paineiras; aplicação de índice da receita base de cálculo na manutenção e desenvolvimento do ensino inferior ao percentual mínimo legal de 25%, em Raul Soares; e irregularidades na abertura de créditos especiais no montante de R$1,043 mi sem recursos disponíveis, na cidade de Itaverava.

De acordo com levantamento realizado pelo TCE, as falhas mais comuns, no âmbito municipal, que também podem ensejar a rejeição das contas, são: gastos com pessoal acima do limite de 60% da receita corrente líquida – 54% para o Executivo e 6% para o Legislativo; repasses irregulares de recursos às Câmaras Municipais; aplicação de recursos nas ações de saúde e ensino abaixo dos limites legais – 15% e 25%, respectivamente, conforme determina a Constituição Federal; e a abertura de créditos adicionais e suplementares sem amparo legal.

Orientação
Com o objetivo de orientar os gestores de forma preventiva, o Tribunal de Contas tem realizado diversos eventos pedagógicos. O principal deste ano será a 1ª Conferência de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais que acontecerá nos dias 18 e 19 de abril, no EXPOMINAS. Será o maior evento de capacitação já produzido pelo TCE mineiro, reunindo mais de três mil gestores e servidores municipais e do Estado. 
Bom Jesus do Galho

Prefeito Jadir reúne-se com o governador
Anastasia em busca de melhoramentos
para a cidade
Governador Antonio Anastasia ladeado pelo
 prefeito Jadir e deputado Gustavo Valadares


O prefeito de Bom Jesus do Galho, Jadir José da Silva, acompanhado do deputado estadual, Gustavo Valadares, visitaram o governador do estado, Antonio Anastasia e o vice-governador, Alberto Pinto Coelho.


Na pauta de reivindicações: recursos para infraestrutura urbana, como recapeamento asfáltico da cidade, calçamento de ruas, construção do centro de convenções, além de mais recursos para saúde, educação, segurança pública, esporte, cultura e projetos sociais.

Prefeito Jadir ao lado do deputado Gustavo Valadares
 e do Vice-Governador Alberto Pinto Coelho















Vinte e oito famílias bom-jesuenses
são beneficiadas com casas próprias
A cerimônia de entrega de chaves e documentação aconteceu no auditório da UBS-Unidade Básica de Saúde da Vila Ozanan – Bairro Rondon Pacheco – Bom Jesus do Galho.

Trata-se de uma parceria entre o governo federal, através do programa “FHNIS” do Ministério das Cidades e prefeitura de Bom Jesus com acompanhamento da Caixa Econômica Federal.

Vinte e sete casas de morada mais uma moderna unidade de saúde foram entregues à população do bairro Rondon Pacheco e uma casa no Distrito de Quartel do Sacramento em pouco mais de dois anos, já que as obras iniciaram-se no final de 2010.





A nova moradora do conjunto habitacional, Lourdes Lima (Coquita) disse que somente um prefeito com o coração e a sensibilidade de Jadir e a proteção de Deus para realizar o sonho de famílias que realmente precisam.

Em breve, 40 casas serão construídas no Distrito de Revés do Belém.
(Harlem Tristão/Assessoria de Comunicação/Prefeitura de Bom Jesus do Galho/adm. 2009-2016)
Estudo revela experiências
de escolas de tempo integral
Ainda raridade nas redes públicas, o número de escolas de tempo integral tem crescido após o Plano Nacional de Educação - em trâmite no Congresso - prever que, até 2020, metade das escolas amplie a jornada escolar diária para o mínimo de sete horas. Mas, em muitos casos, o aumento da carga horária é o único ponto que une essas experiências dispersas pelo Brasil. O currículo, a divisão do horário e até o espaço onde as atividades são realizadas variam muito de município para município e até de escola para escola.

É o que mostra a publicação apresentada na terça-feira (02) pela Fundação Itaú Social, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). Em destaque, 20 experiências que podem ser referência tanto na organização do tempo e do espaço como na formação dos profissionais e no monitoramento e avaliação do programa.

Achados
Em Piraí (RJ), os alunos do 5.º ao 9.º ano do fundamental passaram a ter aulas de duas horas antes e depois do intervalo, o que permitiu outro ritmo de aprendizagem, com mais tempo para a mesma disciplina.

Em Betim (MG), o destaque é o trabalho integrado de 12 secretarias municipais. A de Planejamento, por exemplo, computa em seu orçamento gastos com locação de espaços para atividades externas dos alunos. A de Esportes contemplava em seu quadro os profissionais para atuar em oficinas nas escolas ou centros conveniados.

Em Santos, o destaque é o trabalho de monitoramento e avaliação do programa de educação integral. No município do litoral paulista, a avaliação é feita três vezes ao ano por elas próprias, pelos professores e monitores.

"As avaliações mostram que os que mais se beneficiam da educação integral são os de piores condições socioeconômicas. Logo, ela é fundamental para a equidade. E, a equidade, com a garantia de que todos estão aprendendo, é condição para o desenvolvimento do País", resume Isabel Santana, gerente de Educação e Avaliação da Fundação Itaú Social. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

01 abril 2013

Carreta de Inclusão Digital em Raul Soares
Está estacionada na praça principal da Vila Barbosa a carreta-escola do “Projeto Cidadania” para oferecer curso de inclusão digital aos interessados de todas as idades.

O projeto é de autoria do deputado federal Alexandre Silveira que, a pedido o prefeito Célio Nesce, está oferecendo gratuitamente o curso para a população de Raul Soares.

O deputado é proprietário da carreta-escola equipada com trinta e quatro computadores ligados a internet e monitores qualificados da área de informática e em condições de oferecer um aprendizado de eficiência e que inclua realmente o cidadão na informática e no mundo da internet.


Esse projeto vem beneficiando milhares de cidadãos que, em sua maioria, são pessoas que ainda não tiveram acesso a um computador.
Primeiro o cursando conhece os acessórios - mouse, teclado, funções. Depois orientações de como navegar na internet e, por último, criação, edição e formatação de textos e planilhas, entre outros.

Após o período de conclusão do curso na Vila Barbosa, uma semana,  a carreta-escola atenderá ao público do Bairro Bom Jesus e se estacionará depois da ponte, entre as ruas Bom Jesus e Juca Amâncio. 




31 março 2013

Papo furado? Tô fora!
Paciência tem limite! Conversas breves podem se tornar armadilhas terríveis e difíceis de escapar

Conheça as táticas mais eficientes para se esquivar de assuntos chatos e pessoas inconvenientes -- tudo sem parecer grosseiro

POR: Danilo Barba

Conversas estimulantes podem ser uma das coisas mais satisfatórias na vida, mas também podem ser armadilhas terríveis e difíceis de escapar -- ainda mais quando se trata de um monólogo. Afinal de contas, paciência tem limite! Porém, não é só isso: ela também estimula a criatividade. 

Veja abaixo diversas dicas sobre como se safar dessas situações sem parecer indelicado ou ofender o colega. Garanto que numa próxima você vai ficar bem mais esperto!

Tática da agenda lotada
Sempre tenha um compromisso em mente. E, quando a pessoa se aproximar, você a deixa falar algumas palavras e a interrompe com um elogio, porém, término de conversa: “Puxa, Fulano, é sempre muito bom conversar com você, mas acabei marcando um jantar com a minha família em meia hora, então tenho que ir. Mas, ó, vamos conversar mais sobre isso depois, hein?”

Espere por uma trégua na conversa
Fique atento aos intervalos da conversa, aquele momento em que ele diz: “Então”, “Bom”, “Pois é”, para dar o ultimato. Caso contrário, a conversa se iniciará novamente com outro assunto, o que é ainda pior. É bem simples. No momento em que ele diz “então”, tudo o que você precisa fazer é responder num tom bem tranquilo e educado, “então, sabe, foi muito bom ter esse papo com você...”, e aí você finaliza.

Traga a conversa para o propósito inicial
Essa dica é importante, pois pode acelerar uma conversa e se você souber conduzi-la, não irá parecer grosseiro. Por exemplo, se o colega está falando de trabalho e reclamando de alguma coisa, você diz algo como, “obrigado por ter me atentado a isso, Fulano. Vou prestar mais atenção nessas coisas e quem sabe podemos até fazer uma reclamação para...” e blá blá blá. Pronto, você encerrou a conversa de maneira delicada e discreta.
Após três meses da posse, prefeitos ainda têm dificuldades para colocar a administração em ordem
Passados 90 dias da posse, prefeitos de todo o Estado ainda não conseguiram colocar as administrações em ordem. A justificativa da maioria deles é quase a mesma: depararam-se com cidades quase falidas no início de mandato. O cenário se repete a cada quatro anos, quando os eleitos recebem as gestões de seus adversários.

Ainda no período de transição – que ocorre logo após o resultado das eleições e antecede a cerimônia de posse –, os eleitos já denunciavam a situação caótica encontrada nas prefeituras. Os exemplos de descaso são os mais variados possíveis. Muitos eleitos encontraram cidades com a coleta de lixo cortada, sem atendimento nos postos de saúde, com a frota municipal sucateada e com os salários dos servidores atrasados há meses.

Em alguns casos, os novos gestores, ao abrir os gabinetes, não encontraram documentos sobre obras ou licitações nem os balancetes (registro bimestral das receitas e despesas). Apesar da situação desoladora, os prefeitos eleitos acreditavam que teriam condições de colocar a “casa em ordem” nos primeiros meses de mandato. Porém, o que se constata hoje, apesar de uma pequena melhora em alguns casos, é que os problemas ainda são grandes.

Exemplo disso é Juiz de Fora, na Zona da Mata. Uma dívida de R$ 38 milhões herdada da gestão passada e falta de recursos para obras engessam os primeiros três meses da gestão de Bruno Siqueira (PMDB). Segundo o secretário de Administração, José Sóter de Figuerôa Neto, pelo menos R$13 milhões foram pagos. “A maior parte da dívida é com hospitais, clínicas de exames e fornecedores da área. Esses não podemos deixar de pagar porque a saúde é um serviço essencial. Com o restante, estamos negociando.”.

O secretário diz que os R$25 milhões restantes serão pagos até 2016. Por conta da dívida, a gestão de Siqueira enfrenta cortes de telefone, dificuldade para pagar a folha e uma possível inviabilidade de realização de novas obras.

Mobilidade
A implantação de um conjunto de obras viárias, como pontes e viadutos, está comprometida. No ano passado, foi anunciada a certeza de que o município tinha R$28 milhões garantidos. No entanto, no caixa da prefeitura existe apenas R$8 milhões. Siqueira chegou a recorrer ao vice-presidente Michel Temer (PMDB) para tentar garantir os recursos com a inclusão do projeto no PAC.

Figuerôa garante que a prefeitura conseguiu R$ 138 milhões, que serão aplicados na despoluição do rio Paraibuna, na represa de Chapéu D’Uvas e na reestruturação das avenidas Getúlio Vargas e Francisco Bernardino.

“Encontramos a prefeitura em estado de penúria. Mas já conseguimos viabilizar muitas ações”, diz o secretário. (Com Renata Miranda, de Juiz de Fora)
(HojeemDia)

27 março 2013

Servidores públicos de Raul Soares
recebem 13º salário/2012 dia 10 de abril
Em reunião realizada, ainda há pouco (17h30 desta quarta-feira/27), na prefeitura de Raul Soares entre o prefeito Célio Nesce, vice-prefeito Laudácio Lasmar e representantes do sindicato da classe, Sinds-Raul na pessoa do presidente Ramilson Lopes e demais representantes da classe, ficou acertado o seguinte:

Efetivos e Contratados
O 13º salário de 2012 dos servidores do município de Raul Soares, Efetivos e Contratados, que haveria de ter sido pago pela administração municipal anterior até o dia 20 de dezembro do ano passado, será pago pela atual administração no dia 10 de abril próximo, em uma única parcela.

Comissionados
Quanto ao 13º salário do ano passado dos servidores comissionados, o qual haveria de ter sido pago pela administração anterior, ficou acertado, também, que a atual administração do município envida esforços para tal e anuncia que o pagamento será feito posteriormente.

Lei garante 17 novos direitos
ao empregado doméstico
O Senado aprovou nesta terça-feira, por 66 votos favoráveis e nenhum contrário, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que garante aos trabalhadores domésticos 17 novos direitos, igualando sua realidade com a dos demais trabalhadores urbanos e rurais. O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), adiantou que vai levar a proposta à promulgação na próxima terça-feira, dia 2 de abril.
A proposta, que já havia passado pelo primeiro turno de votação semana passada, estabelece novas regras, como jornada diária de trabalho de oito horas e 44 horas semanais, além de pagamento de hora extra de, no mínimo, 50% da hora normal. Os direitos vão se somar àqueles já existentes, como 13º salário, descanso semanal, férias anuais e licença gestante.

Mesmo sendo uma matéria de consenso na Casa, tendo tramitado sem grandes discussões nas comissões pelas quais passou, sete dos 17 itens ainda precisam ser regulamentados antes de entrar em vigor. Carecem de regulamentação o direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), hoje facultativo, o seguro contra acidentes de trabalho, o seguro-desemprego, a obrigação de creches e pré-escolas para filhos e dependentes até seis anos de idade, o salário família e a demissão sem justa causa.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 9 milhões de trabalhadores domésticos. No Estado de São Paulo são 3 milhões e, na Grande São Paulo, 800 mil.

Momento histórico
Assim como na votação anterior, vários senadores se revezaram ao microfone para louvar a aprovação da proposta. "É inadmissível que nós tenhamos até hoje duas categorias de trabalhadores", afirmou o líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF). "Trata-se de um grande momento, de um momento histórico para as mulheres brasileiras", afirmou a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora da PEC na Comissão de Constituição e Justiça.

A votação foi acompanhada pelo deputado federal e ex-senador Carlos Bezerra (PMDB-MT), primeiro subscritor da PEC, pelas ministras Eleonora Menicucci (Política para Mulheres) e Luiza Bairros (Igualdade Racial), por Delaíde Miranda, ex-empregada e atual ministra do Tribunal Superior do Trabalho, e pela deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), ex-empregada doméstica e que relatou a matéria na Câmara dos Deputados. Ela foi elogiada por sua atuação em favor da proposta. O senador Magno Malta (PR-ES) chegou a defender que se batize a norma de "Lei Benedita da Silva".

Aplaudida em plenário e sentada na Mesa Diretora, a presidente da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, Creuza Maria Oliveira, defendeu a PEC. "Nos primeiros meses, quando o salário aumenta, o patrão demite, mas depois contrata novamente, porque quem trabalha fora precisa de alguém para trabalhar, mas as pessoas acham que pagar para empregada doméstica é absurdo. Haverá uma acomodação no mercado", afirmou.
(Agência Estado)
Vai viajar na Semana Santa?
Veja quais horários evitar para não pegar congestionamento
BR-381 na chegada do Espírito Santo é uma das
 rodovias que mais apresentam lentidão nos feriados
Quem vai viajar neste feriado de Semana Santa deve se preparar para pegar estradas cheias, afinal, Minas Gerais possui a maior malha viária do país e o feriadão será de quatro dias para muita gente. Para aqueles motoristas que querem evitar congestionamentos e fugir dos horários de maior concentração de veículos, o Hoje em Dia preparou um guia com os horários de pico e dicas para que o seu feriadão seja de descanso do início ao fim.

Confira:
Se for pegar a BR-381, conhecida como “Fernão Dias” no trecho que liga São Paulo a Minas Gerais, a concessionária que administra a rodovia, a Autopista Fernão Dias, orienta evitar sair de viagem na quinta-feira (28) a partir das 14 horas até as 23 horas. Quem deixar para pegar estrada na sexta-feira (29), a dica é sair antes das 6 horas ou depois das 18 horas. No retorno do feriado de Páscoa, vindo do interior paulista, a BR-381 deve apresenta tráfego mais intenso depois do horário de almoço, após as 12 horas, e só deve ser normalizado depois das 23 horas.

Os motoristas que forem deixar a capital mineira, seja pela BR-040 quanto pela BR-381, devem começar a sentir o aumento do fluxo de veículos já na tarde da quinta-feira (28) até a madrugada de sexta, segundo a Polícia Rodoviária Federal. A saída pela BR-381 para o litoral capixaba, ou para a região do Vale do Aço, geralmente é a que apresenta o maior volume de carros. “Como a rodovia é de pista simples, o nosso maior gargalo geralmente é na BR-381. A BR-040 na chegada de Brasília é duplicada, assim como a BR-381 para quem vem de São Paulo, então, a retenção é menor nesses trechos”, afirmou o policial rodoviário federal Adilson Souza.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os turistas que viajam para o litoral do Espírito Santo geralmente são os que mais lotam as estradas mineiras no retorno dos feriados. “Quem vai para a praia para usufruir mais a viagem acaba aproveitando o dia e retornando no início da noite e, por isso, a gente registra mais lentidão a partir das 18 horas no domingo”, explicou Souza.

Afinal, melhor sair de madrugada ou à noite?
Nem um nem outro. A dica certa para viajar tranquilo e com segurança é só pegar estrada estando descansado e depois de uma alimentação leve. “Viajar é uma questão muita pessoal. É preciso se sentir confortável e descansado. Há aqueles que preferem viajar com a luz do sol e outros à noite. O importante é evitar alimentação pesada porque isso dá sono”, aconselha o policial rodoviário federal Adilson Souza.

Para aproveitar o feriado da Semana Santa com qualidade, é imprescindível ao motorista praticar a conduta defensiva. Não exceder limites de velocidade e sinalizar ao mudar de faixa são algumas ações ao volante que pode salvar vidas, segundo a Polícia Rodoviária Federal. “Os acidentes mais comuns que enfrentamos são as colisões traseiras, que ocorrem por excesso de velocidade ou porque o motorista não deixou clara a sua intenção de mudar de faixa”, analisa Souza.

Operação da PRF na Semana Santa
Para evitar acidentes, combater a criminalidade e barrar infratores nas estradas federais que cortam Minas Gerais, a Polícia Rodoviária Federal deve iniciar uma operação nesta quinta-feira (28). A novidade da ação deste feriadão é o reforço na segurança com mobilização de policiais rodoviários federais do Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e de Brasília. “Esses policiais estão fazendo um treinamento em Minas e vão atuar no policiamento com uma nova metodologia que será usada na Grande BH, tanto na BR-040 quanto na BR-381: o policiamento sob motos”, contou o policial rodoviário Adilson Souza.

Os policiais dos outros estados vão atuar em motocicletas e poderão se deslocar com maior facilidade em casos de congestionamentos, perseguições ou ocorrências que necessitem de intervenção no tráfego. Durante o feriado de Carnaval, 4 mil policiais rodoviários federais integraram o efetivo atuante nas estradas federais que passam por Minas.

Lei Seca
Os 150 bafômetros dos quais a Polícia Rodoviária Federal em Minas Gerais dispõe serão usados na operação da Semana Santa. A orientação é ampliar o número de testes para flagrar motoristas dirigindo alcoolizados, principalmente  nas ocorrências envolvendo acidentes com ou sem vítimas. “Por dia, realizamos cerca de 500 testes, a intenção é aumentar consideravelmente esse número durante o feriadão”, afirmou Souza.
(Hoje em Dia)
Raul Soares sediará Copa
Alterosa de Futebol Society
Prefeito Célio Nesce e Marcílio de Assis, presidente da Federação de Futebol Society de Minas Gerais, oficializaram a realização de uma etapa da Copa Alterosa em Raul Soares
O presidente da Federação de Futebol 7 Society de Minas Gerais, Marcílio de Assis, esteve ontem (26março) em Raul Soares e reuniu-se com o prefeito Célio Nesce e, na oportunidade, ficou confirmada a realização de uma etapa da "Copa Alterosa Esporte de Futebol Society" em nossa cidade.

Estiveram presentes nessa reunião, além do prefeito e do presidente, o vereador Ramiro Grossi, o jornalista Jonathan Faria e professor Markim Cândido, coordenador municipal de esportes.

"É com muita satisfação que recebemos a região de Raul Soares e municípios próximos em nossa Federação", declarou o presidente Marcílio.

Ficou decidido que a coordenação dessa etapa em Raul Soares convidará os representantes dos municípios e árbitros locais para um simpósio, onde serão sanadas quaisquer dúvidas sobre a copa e realizar um minicurso de arbitragem com os árbitros locais. 

A Competição
A Copa Alterosa Esporte de Futebol 7 de 2013 será realizada em vários municípios mineiros e os campeões regionais irão disputar, no mês de novembro, e decidir a equipe campeã estadual dessa importante competição e ganhará o direito de representar o nosso Estado nos campeonatos nacionais.

A Copa será disputada nas seguintes categorias:
Sub 9 (atletas nascidos nos anos de 2004 e 2005)
Sub 11 (atletas nascidos nos anos de 2003 e 2002)
Sub 13 (atletas nascidos nos anos de 2001 e 2000)
Sub 15 (atletas nascidos nos anos de 1999 e 1998)
Sub 17 (atletas nascidos nos anos de 1997 e 1996)
Feminino (idade livre)
Adulto (nascidos até 1997)
Veterano (nascidos até 1977)

Para a disputa da fase Estadual estas idades serão mantidas da forma apresentada acima.

As equipes campeãs da etapa de Raul Soares estarão automaticamente classificadas para a etapa estadual a ser realizada em Belo Horizonte.

A Competição acontecerá com o mínimo de duas e o máximo de oito equipes por categorias.

O critério de definição das equipes será a ordem de inscrição.

A forma de disputa será divulgada em nota oficial assim que houver a confirmação dos participantes.

Será realizada, antes do inicio da competição e após a confirmação das equipes, uma reunião onde assuntos como forma de disputa, tabelas, número de atletas, entre outros serão esclarecidos.

Presenças confirmadas na abertura da Copa Alterosa em Raul Soares do secretário de estado de esportes e da juventude, Eros Biondini  e da "Bancada Democrática" do Programa Alterosa Esportes da TV Alterosa.
(Raul’Efi’Soares)

26 março 2013

Cássio Soares anuncia
recursos para escola de Raul Soares
O secretário de Desenvolvimento Social, deputado Cássio Soares (foto), anunciou na última segunda-feira, 25 de março, a liberação de R$ 16 mil para a Escola Estadual João Felisberto da Costa, de Raul Soares. O recurso foi liberado pelo governador Antonio Anastasia e logo estará disponível para as escolas.

O recurso foi viabilizado devido solicitações realizadas pelo deputado Cássio Soares junto à Secretária de Estado de Educação e será investido na compra de carteiras escolares para as salas de aula do colégio.

“Pouco a pouco estamos mudando a realidade das nossas escolas. Além das reformas já conseguidas, agora as salas de aula também estão tendo suas melhorias. O trabalho continua e com muito empenho, ainda conseguiremos muito mais para o melhor desempenho de nossos jovens”, afirma o deputado. 
Feriados da Semana
Santa em Raul Soares
Considerando o feriado dia 29 de março, sexta-feira da Paixão de Cristo, o prefeito de Raul Soares, Célio Nesce, decretou Ponto Facultativo em todas as repartições públicas do município no dia 28 de março, sem atendimento ao público.

Portanto, na próxima quinta-feira, ficam mantidas as atividades de emergência do setor público como saúde, limpeza pública e outras do sistema de plantão. 

24 março 2013

Castração mais rápida e
menos invasiva para cães e gatos
Cirurgia é feita após anestesia - cães e gatos
 tomam antibiótico para prevenir infecções
Um produto que esteriliza cachorros machos sem necessidade de intervenção cirúrgica desponta como alternativa para o controle da população de animais. Só em 2012, 13 municípios adotaram o medicamento que torna cães inférteis.
O Infertile foi desenvolvido por pesquisadores e veterinários da Universidade de São Paulo (USP). 

“Nele há zinco, mineral que modifica as células que produzem os espermatozoides, levando o animal à infertilidade. O efeito é irreversível”, afirma Ricardo Lucas, veterinário e responsável técnico da Rhobifarma, fabricante do produto. 

A aplicação é feita no testículo do cachorro, com uma agulha semelhante à da insulina.

Segundo Ricardo Lucas, a castração química tem várias vantagens. “É menos invasiva, mais prática e até 70% mais barata que a cirúrgica. No tempo necessário para operar um animal, conseguimos castrar três”. 

Controvérsias
Entre especialistas da área, no entanto, ainda há dúvidas sobre o sofrimento que a fórmula pode causar ao animal. 

De acordo com o presidente da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa – MG), Bruno Divino Rocha, o testículo tem muitos nervos e é bastante sensível. “Como o procedimento não utiliza anestesia, o bicho fica sujeito a muita dor, mesmo que o dono não perceba nenhuma reação dele”.

Ricardo Lucas alega, porém, que pesquisas científicas mostraram o contrário. “Em princípio, as pessoas ficam mais resistentes por desconhecer os efeitos do produto. Mas esse é um mito que já caiu por terra”. 

Segundo o veterinário, um anti-inflamatório faz parte da composição do medicamento e, antes da aplicação, o animal recebe uma dose de tranquilizante.
(Portal HD)

23 março 2013

Cidades apagarão luzes
para lembrar meio ambiente
Pelo quinto ano consecutivo, a organização não governamental WWF promove em mais de 150 países, neste sábado, o movimento Hora do Planeta. É um ato simbólico que conta com a participação de governos, empresas e a população. As pessoas podem participar apagando a luz de casa, da empresa ou qualquer outro lugar das 20h30 às 21h30.

A proposta é levar a uma reflexão sobre o aquecimento global e as ameaças ao meio ambiente. No Brasil, 92 cidades confirmaram participação, sendo 22 capitais , entre elas, sendo 22 capitais , entre elas, Belo Horizonte, Brasília (DF), Natal (RN), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO) e Florianópolis (SC).

A superintendente da WWF-Brasil, Regina Cavini, explica que as prefeituras apagam os monumentos mais importantes e significativos, porque não se pode apagar a luz de toda uma cidade. Em Brasília serão apagadas as luzes do Congresso Nacional e da Esplanada dos Ministérios.

Regina Cavini ressalta que o movimento é um ponto de partida para ações contínuas. “O WWF sabe que não é em uma hora que vamos fazer as mudanças necessárias ao planeta. O que interessa é as pessoas usarem este momento para se reunirem com suas famílias e seus amigos e repensarem os seus hábitos”, diz.

Em 2012, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes durante a Hora do Planeta.

Em Minas
Cinco cidades de Minas Gerais, participam. O movimento, é um ato simbólico em que as pessoas apagam as luzes durante sessenta minutos. O objetivo é chamar atenção para o aquecimento global e outros problemas ambientais que a humanidade enfrenta. Neste ano, o apagar das luzes acontece das 20h30 às 21h30. Pela quinta vez consecutiva, a capital mineira adere a campanha.

A sede da Prefeitura de Belo Horizonte(PBH), na Avenida Afonso Pena e a Praça da Bandeira, no Bairro Mangabeiras, terão as luzes apagadas durante uma hora, demostrando incentivo à ação. Em Minas, além de BH, as cidades de Ouro Preto, Poços de Caldas, Conquista e Itajubá também se comprometeram com o ato sustentável.

Criada em 1996, a rede WWF é uma organização não governamental dedicada à preservação da natureza. Em 2012, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. No Brasil, o movimento ocorre desde 2009 promovido pelo WWF-Brasil.

Para participar, basta apagar as luzes neste sábado às 20h30 (hora local) e conscientizar-se da importância dessa atitude para o movimento. Divulgar a ação para amigos e parentes também é uma alternativa para aderir à causa em defesa do meio ambiente. Mais informações podem ser obtidas pelo site oficial da manifestação.
(Agência Brasil)